Cia Babalakina de Dança Afro Contemporânea no Afro-Sul Odomodê

Por , do Nação Z

O Centro Cultural Afro-Sul Odomodê recebe a Cia Babalakina de Dança Afro Contemporânea nos dias 13 e 14 de novembro próximo, com uma intensa programação de workshops e atividades que envolvem Dança Maracatu, Dança Afro, Moda Afro-Urbana e Música Negra (confira programação no Serviço).

O Bonde Babalakina se desenrola em 3 atos: 1°- Oficina de Dança Afro Contemporânea com Aline Valentim; 2° – Bate Papo e Oficina de Amarrações com Varal da Vall; 3° ato – Festa de Rua com DJ Bieta e um repertório especialmente selecionado pra DANÇAR e EMPODERAR.

A bailarina e coreógrafa Aline Valentim completa, neste ano, 10 anos de atuação artística no Rio de Janeiro. Seu núcleo de dança faz parte do Rio Maracatu, com sede no Centro Cultural da Fundição Progresso, localizado na Lapa, coração cultural da cidade do Rio de Janeiro.

Ao longo desta década, foram muitas experiência: cursos regulares, aulas ao ar livre, projetos sociais em comunidades, performances, shows, workshops internacionais, intercâmbio com artistas africanos e nacionais, criação de coreografias e espetáculos de dança afro-contemporânea e danças populares brasileiras. Uma trajetória rica que consolidou um trabalho singular, hoje reconhecido e respeitado dentro e fora do circuito cultural afro carioca.

Para celebrar tudo isso, surge o Bonde Babalakina,  trazendo dança, música e moda afro-contemporânea para diferentes espaços e públicos do País.  O Bonde é formado por Aline Valentin, Vall Neves e a DJ Bietta.

Formação do Bonde

Aline Valentin 

A bailarina e coreógrafa Aline Valentim é uma referência na dança afro-brasileira e danças regionais brasileiras como maracatu, coco, ciranda, afoxé, cavalo marinho, jongo e samba reggae. Ela é integrante do grupo Rio Maracatu e diretora da companhia Babalakina de dança afro contemporânea.

Vall Neves

O Varal da Val surgiu na aula de dança afro. A inspiração vem dos movimentos afro-contemporâneos. Fazendo sucesso com todas as idades em um estilo único. É moda afro-urbana. O Varal da Val existe há 10 anos. Há cinco vem fazendo um trabalho de amarrações diferenciado. Além das amarras dos turbantes para eles e elas, oferece opções em amarras de vestimentas, que transformam o look do dia-a-dia. O Varal é afirmação de beleza e identidade negra de homens e mulheres com muita atitude.

Dj Bieta 

Natural de Porto Alegre-RS. Pesquisadora de MPB – Música Preta Brasileira -, tem se especializado em criar ambientes agradáveis, onde a boa conversa, a convivência e a troca de ideias e experiências entre os diferentes tipos de pessoas possa ser acompanhada de um som de qualidade. Executa um set que transita entre musica africana, americana, cubana  e brasileira.

dança afrosul

PROGRAMAÇÃO

Workshop Maracatu com Aline Valentin https://www.youtube.com/watch?v=iF4j747M8Hg

13/11, sexta-feira: das 19h às 21h

14/11, sábado: das 10h às 12h

Inscrição: 2 dias R$ 65,00 – 1 dia R$ 40,00

Bonde BABALAKINA

https://www.facebook.com/babalakina?fref=ts

Link do evento: https://www.facebook.com/events/403113939897379/

 14 de novembro, sábado

14h – Oficina Dança Afro com Aline Valentin

16h – Conversa/Amarrações com Val Neves – Varal da Vall

17h – Dj Bieta

Inscrição individual R$ 50,00

Inscrição dupla $40

 18h – Encerramento

INSCRIÇÕES pela pagina Babalakina – mensagens inbox. Emai:  oficinababalakina@gmail.com bieta.prod@gmail.com

 PONTOS DE INSCRIÇÃO :

– Afro-Sul Odomodê

Av. Ipiranga, 3850, Porto Alegre

– Ponto de Cultura AfricaNaMente – Av. Cristóvão Colombo, 761

– Fernanda Brasil Ateliê – Rua dos Andradas 1560 Sala 502 Galeria Malcon, Centro, das 14h às 18h

Parcerias e Apoios:

Afro-Sul Odomodê

Varal da Vall

Natal do Lu

Ílú Akin e Grupo Ibeji

Fernanda Brasil Atelier

Sopapo Poético

Ponto de Cultura AfricaNaMente

A2 Diferencial Segurança

Dj Piá Hip Hop

Programa Discoteca Brasileira

FM Cultura

Fonte: Silvia Abreu Consultoria Integrada de Marketing

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AFROEMPREENDEDORISMO

AFROEMPREENDEDORES ESTARÃO EXPONDO SUAS CRIAÇÕES E COMPARTILHANDO MOMENTOS DE TROCA COM O PÚBLICO EM GERAL

bazar

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A expressão e a dramaturgia na dança dos orixás

A vivência da expressão e a dramaturgia na dança dos Orixás tem como objetivo resgatar uma linguagem ancestral e contemporânea. Através do desenvolvimento de conscientização corporal, o encontro propõe ao público uma linguagem com códigos da movimentação dos Orixás. No final teremos um bate-papo com os participantes.
dança dos orixás
Duração: 2 horas
Público-alvo: dançarinos, atores, e todos que tem interesse na dança, independente do conhecimento prévio.
Investimento: R$ 100,00 para 1 pessoa
Promocional: R$ 160,00 para 2 pessoas
Observação: não será permitido filmar e fotografar.
Inscrição: no local ou telefone – 51 2103-2915/ 51 9685-6729

mano amaroMano Amaro nasceu no Brasil, em 1967, no município de Pelotas-RS. Estudou dança Moderna e Contemporânea com Beka Kanaan, Rubens Barbot, Newton Moraes e Eva Schuul. Estudou na Escola de Dança do Estado da Bahia. Em 1996, radicou-se na Bélgica. Lá, trabalhou com vários coreógrafos como: Ann Van Den Broeck, Lu Marivoet, Agnia Saruliene en Goele van Dijck. Estudou com diversos coreógrafos africanos, dentre eles: Vincent Hari’s Do, Doudou N’daye Rose Junior, Norma Claire.  Participou do espetáculo Espiral do Sul, Genebra, Suíça(2003). De 2006 a 2011 participou dos espetáculos Schaapwel e Koeiemorgen – Europa. Em 2008, foi coreógrafo convidado no desfile da Bienal de Dança de Lyon (França). Coreografou também o espetáculo de Teatro de Bonecos “Os Orixás” em Amsterdam (Teatro Munganga – 2011). Em 2012, com Leonardo Camarcio, criou a Cia. Contém Dança – Antuérpia (http://leocamarcio.wix.com/love). Em 2014, apresentou o solo Orí Dança em Amsterdam. https://manoamaro1.wordpress.com/

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Cineclube no Afrosul Odomode: “Favela: a vida na pobreza” e “Vidas de Carolina”

Na próxima sexta-feira, dia 23/10, às 19h30, a AfroeducAÇÃO irá promover um cineclube em homenagem à Carolina Maria de Jesus, com a exibição inédita dos filmes “Favela: a vida na pobreza”, da diretora alemã Christa Gottmann, e “Vidas de Carolina”, de Jéssica Queiroz, que serão exibidos, pela primeira vez, em Porto Alegre!

A projeção será seguida de um debate com a participação do fotógrafo Diego Balbino e da fundadora da AfroeducAÇÃO, Paola Prandini, que são autores do livro “Carolinas”.

afroeducação

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Clínica da Percussão – Oficinas

Dias 19 e 21 de outubro (segunda e quarta-feira) das 19:30 às 21:30 hs.

paulo romeuProfessor Paulo Romeu Deodoro, griô cantor e compositor, educador musical, ativista cultural, um dos fundadores do Afrosul Odomode.

Instrumentos utilizados – sopapo, surdos, caixa, malacacheta, repinique, tamborim, pandeiro, cuíca, tan-tan, tumbadora, agogô, ganzá, reco-reco, chic balde…

Valor do investimento – R$100,00

Informações: 2103 2915

 

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Lei 10.639/03!!!

No dia 29 de setembro de 2015 recebemos jovens de Ivoti para vivência da Cultura Afro-brasileira. Parabéns direção e professores que organizaram a vivência, foi especial e esperamos ter contribuído para o fortalecimento do respeito à diversidade étnica e cultural. A causa é de todos.

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5° Fela Day VooDoo e Trabalhos Espaciais Manuais no dia 17 de outubro, no palco do Afrosul Odomode

Quando volta outubro, relembramos uma vez mais aquele cuja música abriu a pista da VooDoo em sua primeiríssima edição, há quase 6 anos atrás: inspiração primeira e ainda constante a nos convidar a produzir alguma diferença na cidade através de proposições musicais, o Presidente Negro ‘Fela Anikulapo Kuti’ sempre foi e ainda é nosso referência de compromisso. Um dos músicos de maior projeção na história da música africana, apontado por Miles Davis como aquele que produziria a sonoridade do futuro e responsável por uma das maiores viradas na carreira de James Brown, militante da causa pan-africanista, insubmisso na relação com o Poder e na vivência do amor, germe das plataforma fonográficas na África, o maestro Fela e seu afrobeat mais uma vez servem de dinamizadores de uma edição super especial da VooDoo, onde a música africana toma conta das caixas de som com pura e viva exclusividade.

voodoo fela dAY

A quinta edição de nosso Fela Day integra-se mais uma vez ao conjunto heterogêneo de festas que, em outubro e mundo afora, celebram o ícone nigeriano, e desta vez tem um desenho mais do que especial: depois de já termos contado com as presenças marcantes de nomes como Seun Kuti & Egypt 80, Abayomy Afrobeat Orquestra e Bixiga 70 na cidade, é com imenso prazer que anunciamos um combo local – ouro da casa!! – no comando do som ao vivo: Trabalhos Espaciais Manuais é um coletivo de música instrumental que explora a fusão de diferentes ritmos da música popular brasileira e suas raízes ancestrais com o funk e o afrobeat. Iniciando seus trabalhos com um suave cortejo que convida o público a compor a ambientação do show e a apreciação da música em seu estado ampliado, paisagem sensorial repleta de energia, a banda desenvolve seu trabalho autoral e abrange versões de artistas consagrados. Com lançamento do seu primeiro EP marcado para o segundo semestre deste ano, a banda retorna às suas raízes referenciais e embalará o nossa noite no Odomodê Afrosul.

Nesta noite, a Trabalhos Espaciais Manuais também conta com participações extra especiais:

O nigeriano Ìdòwú Akínrúlí – conhecido em Porto Alegre como Akin – atua como percussionista, baterista, dançarino e professor dessas áreas e assumirá os vocais do show, presenteando o público com a raiz da música Iorubá. Andressa Ferreira é percussionista do Três Marias (Porto Alegre), é musicista, cantora e pesquisadora da música popular brasileira de raiz, e estará no palco junto com o naipe percussivo da Trabalhos Espaciais Manuais com toda sua precisão, balanço e sabedoria. Teremos também as participações especialíssimas de Raquel Leão, cantora e compositora portoalegrense, assim como as participações de Ana Cláudia Bernarecki e Gabriel Luzzi, trompetistas da banda Digna Rabía, bem como do trombonista Felipe Mantovani.

No som, o som que faz VooDoo na discotecagem 200% vinil de Dr. Caiaffo & Paulo Padilha.

Trabalhos Espaciais Manuais é:

Daniel Hartmann (guitarra)
Diego Schütz (teclado)
Ettore Sanfelice (baixo e flauta)
Gabriel Sacks (bateria)
Gustavo Gaspar Almeida (percussão
João Pedro Cé (guitarra)
Luciana de Mello (percussão)
Rafael Druzian (sax tenor)
Tomás Piccinini (sax alto e flauta)

SERVIÇO:

5° Fela Day VooDoo com show da Trabalhos Espaciais Manuais
17/10/2015
22h
Local: Afrosul Odomode
DJs: Dr. Caiaffo / Paulo Padilha

Ingressos:
Antecipados online: 15,00 no https://goo.gl/ziHzGF
Na hora: R$20,00

Produção:
Groove Cultural

Apoio:
Loop Reclame
FM Cultura
TVE

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Origens do Maracatu

Fundado em setembro de 2004, O Maracatu Truvão esteve presente no domingo de encerramento da semana da África, dia 31 de maio, no espaço Afro-Sul Odomode, com muita Batucada de Maracatu de Baque Virado.

Um domingo por mês a casa abre para trazer muito cultura, música e descontração, num clima fraterno, para trazer um pedacinho da África a Porto Alegre, na Avenida Ipiranga 8.850, próximo à Rua Gonçalves Ledo.

Também conhecido como Maractu Nação, o ritmo surgiu depois do fim da escravidão no Brasil, no fim do século XVIII, passando gradualmente a ser caracterizado como um fenômeno típico dos carnavais de Recife, como ocorreu com o Frevo, o Caboclinho, o Cavalo-marinho entre outras práticas populares no Brasil e que têm ligação com a cultura afro e também com a religiosidade do Candomblé ou Xangô Pernambucano.

Considera-se que surgiu no estado de Pernambuco, no Norte, principalmente nas cidades de Recife, Olinda e Igarassu durante o período escravocrata, provavelmente entre os séculos XVII e XVIII.

Como a maioria das manifestações populares do país é uma mistura de culturas ameríndias, africanas e europeias.

Apesar de existirem muitas visões histórias e hipóteses diferentes, a explicação mais aceita entre os estudiosos acerca da origem do Maracatu Nação é a de que ele teria surgido a partir das coroações e autos do Rei do Congo, prática implantada no Brasil supostamente pelos colonizadores portugueses e por consequência permitida e difundida pelos senhores de escravos.

Os eleitos como Rainhas e Reis do Congo eram lideranças políticas negras, intermediários entre o poder do Estado Colonial e as mulheres e homens de origem africana. Destas organizações teriam surgido muitas manifestações culturais populares que passaram a realizar encontros e rituais em torno dessas

Nos anos 1990, a prática adquiriu uma notoriedade que nunca havia conquistado antes, provavelmente resultado, entre outras coisas, da ação do Movimento Negro Unificado (MNU) junto a Nação Leão Coroado, (uma das nações mais tradicionais de Recife), do movimento Mangue Beat (que tem como principais expoentes Chico Science e o grupo Nação Zumbi, a Banda Mestre Ambrósio, entre outros), e do grupo Nação Pernambuco (uma de suas principais marcas foi ter separado a dimensão da música e da dança do Maracatu de sua dimensão religiosa).

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Saída do Bloco Afro Odomode

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Festa 40 anos do Afro-Sul

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